17 DEZ. 2019

OE2020: Remoção de amianto com financiamento até 100% (notícias ao minuto)

Edifícios do Estado e de institutos públicos e empresas públicas do setor empresarial do Estado (SEE) vão poder candidatar-se a um programa de remoção de amianto que pode ir até 100% de financiamento.

17 DEZ. 2019

Amianto nas escolas: Comissão Europeia recebe queixa da Fenprof esta quinta-feira (Sábado)

Associações ambientalistas e Movimento Escolas Sem Amianto subscrevem denúncia da federação de professores.

17 DEZ. 2019

Ministério da Justiça vai retirar materiais com amianto de 39 tribunais (RTP Notícias)

A decisão surge na sequência do processo de avaliação que identificou 87 edifícios com esta substância perigosa. Mas deste universo, o Ministério da Justiça diz que nem todos necessitam de uma intervenção. Há situações para remover, outras para monitorizar.

2 DEZ. 2019

Amianto. Morreram 126 portugueses em quatro anos (Expresso)

Portugal tem 3406 edifícios públicos com amianto, 175 dos quais na esfera do Ministério da Saúde. Entre 2014 e 2017, doenças provocadas pela exposição ao amianto - uma fibra cancerígena - mataram 126 pessoas em Portugal, segundo estatísticas da Direção-Geral da Saúde (DGS). Esta notícia é avançada pelo “Correio da Manhã” esta segunda-feira.

19 NOV. 2019

Deputados aprovam audição a ministro do Ambiente sobre amianto (Sábado)

Comissão parlamentar de Ambiente vai ouvir Matos Fernandes sobre as listagens de edifícios públicos com amianto.

18 NOV. 2019

PERIGO DE MORTE ESPREITA DOENTES E FUNCIONÁRIOS (Correio da Manhã)

CM detetou “casos graves” de contaminação em hospitais lisboetas. Especialistas apelam ao rápido "encerramento".

14 NOV. 2019

ESCOLAS DA REGIÃO DE VISEU AINDA TÊM AMIANTO (Jornal do Centro)

Várias escolas e outros edifícios públicos do distrito de Viseu, como o Hospital de S. Teotónio, ainda têm coberturas em amianto. A situação levou a Plataforma SOS Amianto a lançar uma campanha com o objetivo de alertar sobre os perigos para a saúde.

13 NOV. 2019

Portugal importa toneladas de amianto (Esquerda)

53 mil toneladas de matérias perigosas foram importadas pelo país. Para além disso, chegaram mais 727 toneladas de resíduos com amianto, uma substância carcinogénica, com destino a aterros. Os dados são apenas correspondentes aos anos 2016/17 e foram compilados pela SOS Amianto que assinala um ano de atividade.

13 NOV. 2019

"O amianto está na escola. E agora?". Lançada campanha para aconselhar comunidade escolar (Sapo)

A Plataforma SOS Amianto lançou hoje uma campanha de informação dirigida às escolas onde foi utilizado amianto, alertando que esse material carcinogénico continua a ser importado para Portugal.

13 NOV. 2019

SOS Amianto lança campanha para aconselhar comunidade escolar (Destak)

A Plataforma SOS Amianto lançou hoje uma campanha de informação dirigida às escolas onde foi utilizado amianto, alertando que esse material carcinogénico continua a ser importado para Portugal.

13 NOV. 2019

Ambiente. Há toneladas de amianto enterradas em Portugal (Executive)

O alerta chega da plataforma SOS-Amianto, criada há um ano pela associação ambientalista Quercus, e que, em 2019, recebeu mais de duas centenas de denúncias e testemunhos sobre a presença deste material cancerígeno em edifícios.

12 NOV. 2019
12 NOV. 2019

Toneladas de amianto continuam a ter Portugal como destino (Publico)

Alerta é da plataforma SOS-Amianto, que neste último ano recebeu mais de duas centenas de denúncias e testemunhos sobre a presença deste material em edifícios e de quem já adoeceu por via da exposição a esta fibra.

26 OUT. 2019

Custa 50 vezes mais tratar o cancro do que retirar amianto de edifícios (Record TV)

As contas são da Quercus e concluem que tratar um doente oncológico por exposição ao amianto custa 50 vezes mais do que remover o fibrocimento.

Mesotelioma, cancro do pulmão ou asbestose – estas são as doenças associadas à exposição ao amianto. Em Portugal há quem esteja exposto e não saiba. O diagnóstico precoce ainda não é feito, alerta a Quercus.
A cobertura do estabelecimento da loja Rota da China, em Castelo de Paiva, por possuir amianto, está a ser removida. Esta remoção, pelo seu perigo par a asaúde pública, obrigou ao encerramento temporário dos estabelecimentos comerciais em redor, como as Bombas Combustível Cepsa, o café Boavista e a drogaria existente nas imediações.
Norma aprovada pelo legislativo local e sancionada pelo governador Ronaldo Caiado autorizou a produção de amianto para exportação
Jornal Record.br

Decisão do Supremo em novembro de 2017 fechou a fábrica de amianto de Minaçu, em Goiás

Público
“a grande maioria das pessoas e uma grande parte da comunicação social considera que a questão do amianto é algo que pertence ao passado”. Há ainda milhões de toneladas de amianto nas estruturas de edifícios por todo o mundo. Está nos locais onde trabalhamos, onde habitamos, nos locais onde os nossos filhos estudam e brincam.” E Portugal, como se sabe, não é excepção.
A Associação Empresarial de Águeda (AEA) quer saber quando são disponibilizados os apoios e as condições de acesso para remoção do amianto nas empresas.
Em primeira votação, deputados da Assembleia aprovaram, nesta semana, projeto que autoriza a extração do amianto em Goiás, para fins de exportação. O parlamentar Lucas Calil (PSD) ressaltou sua posição de apoio ao lembrar da importância desse trabalho no município de Minaçu.
Stephan Schmidheiny, ex-acionista majoritário da empresa italiana de amianto Eternit Genova, foi condenado a quatro anos de prisão por um tribunal de Turim pela morte de dois trabalhadores.
A deputada à Assembleia da República, Patrícia Fonseca, questionou o ministro da Educação sobre a existência de amianto na Escola Ginestal Machado.
Em Portugal são milhares os edifícios, públicos e privados, com amianto. O material é altamente cancerígeno e mata, todos os anos, mais de 100.000 pessoas em todo o mundo. A sua produção foi proibida na União Europeia desde 2005, mas até lá foi uma das fibras mais utilizadas na construção civil.
O amianto continua presente em escolas, hospitais, empresas, hotéis, transportes, e num número indeterminado de prédios de habitação. Encontra-se sobretudo nos telhados e em materiais de isolamento. Estes são apenas alguns exemplos dos milhares de construções onde ainda hoje há amianto.
A opinião de Carmen Lima, coordenadora do SOS AMIANTO e coordenadora do Centro de Informação de Resíduos da Quercus.
Amianto é uma palavra que quase todos nós já ouvimos e associamos aos telhados das casas, escolas e armazéns. Na realidade, a maioria das vezes, achamos que não há grande mal, porque todos nós já estivemos expostos e ninguém se lembra de ter adoecido por isso. No entanto, existe uma realidade associada ao Amianto desconhecida pela maioria das pessoas.
O Amianto foi incorporado em cerca de 3.000 materiais diferentes, desde as tradicionais coberturas, aos pavimentos em vinil, tetos falsos, diversos materiais em fibrocimento como autocolismos ou condutas de abastecimento de água, alcatifas, papel de parede, torradeiras, secadores de cabelo ou até mesmo radiadores.
A coordenadora da plataforma SOS Amianto, Carmen Lima, diz que “em Portugal a realidade da remoção de amianto nas escolas é realmente dramática”. E há denúncias de operações realizadas quando as escolas estão a funcionar, à noite e ao fim-de-semana.
A alguns funcionários da limpeza foi pedido que limpassem os pavilhões depois da extração do amianto, o que fizeram usando uma máscara e luvas, soube a VISÃO através de outro docente. No entanto, as vulgares máscaras contra a gripe, que se vendem nas farmácias, “não têm qualquer eficácia contra o amianto. Têm de ser máscaras próprias que filtram o ar”, diz à VISÃO Carmen Lima, da Quercus.
A multinacional Johnson & Johnson foi condenada a pagar US$ 4,7 bilhões a 22 mulheres e suas famílias pela acusação de que um talco fabricado pela companhia com amianto em sua composição levou as usuárias a desenvolver câncer de ovário. O processo correu nos EUA em júri popular e ainda cabe recurso.
Classificados muitas vezes como “resíduos não perigosos”, à revelia da legislação europeia, os resíduos com amianto são enviados para aterros e não para Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos.
Balanço de três anos mostra maioria dos resíduos tratados como não perigosos. Quercus fala em má classificação e denuncia falta de fiscalização.
Público
A retirada de placas contendo amianto em escolas durante o período de aulas “não é de todo recomendável”, defende a coordenadora da Quercus, Carmen Lima. Ainda assim, a associação ambientalista recebeu uma denúncia de que isso aconteceu na Escola Básica e Secundária de Mêda. O problema é admitido pela própria autarquia, dona da obra. Os riscos para a saúde são, porém, desvalorizados por especialistas.
A ONG ambiental garante que o poliuretano que está a ser usado nas escolas como isolamento é altamente inflamável e cancerígeno.
A Associação Portuguesa de Conservação da Natureza Quercus alertou hoje que, em vésperas do início do ano letivo 2017/2018, há ainda muitas escolas que esperam que sejam identificados e removidos todos os materiais que contêm amianto.
Foi efetuada uma descarga de uma quantidade significativa de placas de fibrocimento com Amianto no Parque Natural do Litoral Norte, tendo provocado a quebra destas placas em pequenos pedaços. A sua remoção é urgente e os critérios de segurança a adotar na limpeza deverão ser apertados uma vez que o material está no estado “friável” e existe o risco de libertação de fibras de amianto.
A organização ambientalista Quercus aplaudiu a decisão do Governo de remover o amianto dos edifícios públicos até 2020 e estima em 750 milhões de euros o montante necessário para fazer esse trabalho.
Quartéis, escolas, cemitérios e o edifício da Polícia Municipal, ainda têm amianto por retirar, divulgou a Câmara Municipal, prometendo um “trabalho sistemático” para resolver o problema.
A associação ambientalista Quercus estimou que será necessário gastar pelo menos 750 milhões de euros para remover os materiais com amianto dos cerca de seis mil edifícios públicos.
TSF: Sociedade
Governo garante que não há perigo, mas associação diz que obras num dos edifícios do ministério, com centenas de trabalhadores, não estão a seguir regras básicas.
A Quercus vai sensibilizar os deputados para a falta de proteção dos funcionários públicos contra os riscos de exposição ao amianto, mesmo quando há casos de doença com suspeita de relação com esta substância.

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